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quarta-feira, 2 de julho de 2014

Febrachoco 2014


Escrito por Clébio Júnior,
Acadêmico de Gastronomia da Universidade Federal do Ceará

Quem não gosta de CHOCOLATE? Quem resiste a uma barrinha de chocolate?

Para os chocólatras e admiradores de plantão, vem aí a FEBRACHOCO 2014, uma mostra comercial da cadeia produtiva do setor de chocolates, abordando vários setores relacionados ao produto, desde a produção da matéria prima, o cacau, e se estendendo até a distribuição, canais de comercialização e serviços profissionais da área.

Período: 10 a 12 de Setembro de 2014 – Serra Park – Gramado/RS
A feira é gratuita para visitação, mas se você quiser participar do Congresso Chocolatino e do Curso Ital/Cereal Chocolatec (curso de fabricação de confeitos e recheios aerados), basta fazer sua inscrição!
Inscrições: www.febrachoco.com.br

Espera ai que não acabou... Quer mais?
Já pensou em viajar para PARIS com tudo pago e conhecer o Salon do Chocolat???
 VOCÊ PODE!!
Estão abertas as inscrições para o Concurso de Receitas de Chocolate Gourmet!
Se você tem aquela receita da vovó que leva chocolate e todo mundo vai à loucura quando experimenta, está na hora de revelá-la ao mundo, inscreva a sua receita até o dia 26/08/2014 no site da FEBRACHOCO e espere ser convocado(a) para arrumar as malas e conhecer Paris.

Os UFChefs indicam, afinal, quem resiste aos encantos de um barrinha de chocolate!

 

sexta-feira, 30 de maio de 2014

Entendendo um pouco mais sobre os melhores chocolates do mundo!

Escrito por Danuza Lima, acadêmica de Gastronomia na Universidade Federal do Ceará.


Ele pode ser calórico e provocar espinhas, mas encontrar alguém que diga não a um chocolate sem demonstrar tristeza é coisa rara.
Existem numerosos fatores que influenciam a qualidade e o sabor do chocolate, tais como: a escolha da variedade genética do cacau, o clima e as condições do solo onde é cultivado, bem como as técnicas de fabricação empregadas. O desenvolvimento do sabor do chocolate começa já na etapa de fermentação dos grãos.


O que os melhores chocolates têm em comum:

São produzidos com as melhores sementes de cacau. Os grãos vêm de países como, Equador e São Tomé e Príncipe. A massa do cacau responde por 70% da receita. Eles primam pela criatividade: são produzidos com novas texturas e recheios raros.

BELGA

Em sua fabricação, o cacau em amêndoas são triturados e misturados com açúcar e manteiga. Em seguida, há uma suave adição de calor (têmpera). Empresas  de chocolate belga recebem seus chocolates em caminhões- tanques aquecido logo após o processo de têmpera. Porque o chocolate não esfriou, ele retém muito mais do aroma.
Marca preferida: Pierre Marcolini

Encontrado aqui!



SUÍÇO

Na Suíça, houve o surgimento do chocolate ao leite. O leite com o qual é fabricado possui uma qualidade superior. Os suíços desenvolveram uma técnica de refinaria. A massa das sementes de cacau passa por muitas horas entre os rolos cilíndricos de porcelana, produzindo um chocolate sedoso, que derrete na boca!
Porém, o chocolate é derretido a 37ºC, o que impede sua ampla comercialização no Brasil.
Marca preferida: Lindt
Encontrada: em supermercados do mundo todo.


FRANCÊS

É proibido o uso de qualquer vegetal ou gordura animal no chocolate. Pode ser utilizada apenas a pura manteiga de cacau. A França possui a maior variedade de sabores originais  e de alta qualidade. Os melhores bombons de chocolate francês possuem até 80% de licor de cacau escuro.
Marca preferida:  La Maison Du Chocolat
Encontrada: em lojas próprias sediadas em Paris, Londres e Nova York.


Para maiores informações:

http://www.crq4.org.br/?p=texto.php&c=quimica_viva__a_quimica_do_chocolate_
http://veja.abril.com.br/280307/p_112.shtml

BRAZI C. ; O Melhor Livro De Chocolate Do Mundo, Casa das Letras, 2012





quarta-feira, 28 de maio de 2014

Brigadeiro, patrimônio nacional


Escrito por Aline Caetano,
acadêmica de Gastronomia na Universidade Federal do Ceará.

O Brigadeiro é um doce genuinamente brasileiro e está presente em todas as festas. Também chamado de “negrinho”, na região sul do país e de trufa brasileira por outros países, o doce foi criado por volta dos anos 1940 e sofreu poucas modificações de sua receita original.

Os ingredientes principais do brigadeiro são o leite condensado, achocolatado, manteiga e chocolate granulado para a cobertura. E por ser um doce tão popular da mesa brasileira, o brigadeiro acaba ganhando diversas versões além do tradicional formato de bola, como o brigadeiro de colher, servido em copinhos, com vários sabores além do chocolate e a mais nova moda, o brigadeiro gourmet, que preza pela qualidade dos ingredientes utilizados.



A origem do nome brigadeiro é uma homenagem ao Brigadeiro Eduardo Gomes. Logo após a queda de Getúlio Vargas, o brigadeiro se candidatou à presidência da República. Por ser um homem de boa aparência, o candidato conquistou um grupo de mulheres que organizavam festas para arrecadar fundos de campanha.

O doce foi criado durante a primeira campanha de Eduardo Gomes e era feito com leite, ovos, chocolate, manteiga e açúcar. Os doces eram vendidos nas festas organizadas pelos correligionários. Outras versões contam que o doce foi inventado por Heloísa Nabuco, socialight carioca, cuja família apoiava o brigadeiro, e por esse motivo resolveu dar ao doce a patente de Eduardo Gomes.

Foto de Campanha

 As festas de Eduardo Gomes eram muito disputadas e logo todos convidavam os amigos para comer o “docinho do brigadeiro”. Com o tempo, o nome foi dado ao doce, que sofreu modificações, com o uso do leite condensado. Eduardo Gomes perdeu as eleições para Gaspar Dutra, mas será eternamente lembrado pelo doce que carrega o seu nome.    


Fudge Ball x Brigadeiro


Fudge balls são docinhos semelhantes ao brigadeiro brasileiro. De origem estadunidense, o doce é uma reinivenção do tradicional fudge. O fudge original é um doce feito com leite, açúcar e manteiga e sua origem data desde o fim do século XIX.  

O primo americano do brigadeiro muitas vezes é erroneamente confundido em filmes e séries de tv. Fudge balls não são brigadeiros. Apesar dos doces serem a base de chocolate, o doce brasileiro é bem mais doce e cremoso que a bolinha dos Estados Unidos. Por conta do leite condensado, o brigadeiro do Brasil  tem uma textura bem mais semelhante com um caramelo. Já o diferencial das fudge ball, é a formação de cristais de açúcar. Essa cristalização garante um doce com textura mais firme, mas ainda suave e os cristais são tão pequenos que não é possível sentí-los, ou seja, o doce não fica com um aspecto granuloso.

Fudge balls
O brigadeiro é um doce cheio de possibilidades e história. O doce está ganhando cada vez mais espaço no mundo gastronômico e sendo reinventado a cada dia, com novos ingredientes e formatos e tendências, como os brigadeiros gourmet.  Não importa de que forma seja apresentado, o brigadeiro sempre será preferência nacional,

Bibliografia:

MOTTER, Juliana. O livro do Brigadeiro. Panda Books: São Paulo, 2010.

http://www.wisegeek.com/what-is-the-history-of-fudge.htm
http://revistalingua.uol.com.br/textos/78/o-doce-enigma-do-brigadeiro-255322-1.asp
http://www.historiadigital.org/curiosidades/a-origem-historica-do-doce-de-brigadeiro/